Nicolas Bisarria Benedito
Psicologia Clínica
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CRP: 82113 (MG)
5 (1 avaliações)
Olá, me chamo Nicolas. Sou psicólogo por formação, músico e escritor por aquilo que em mim insiste em se expressar, amante da arte e da diversidade cultural brasileira, e me reconheço, antes de tudo, como alguém em constante (des)construção. Minha trajetória foi sendo tecida entre o rigor da formação e os encontros clínicos que me ensinaram que o sofrimento humano não se reduz, não se antecipa e não se explica de forma apressada. Foi nesse percurso que a psicanálise deixou de ser apenas um campo teórico e se tornou uma posição ética: a de sustentar a escuta sem invadir, sem dirigir, sem oferecer respostas prontas. É a partir desse lugar que te convido. Se algo em você pede por um espaço onde possa ser escutado com seriedade, cuidado e respeito ao seu tempo, a terapia pode ser esse início. Não é preciso chegar com respostas, nem saber exatamente por onde começar. Basta haver, em você, um desejo, ainda que pequeno, de se escutar de outra forma. Meu trabalho é sustentar esse encontro com responsabilidade, para que, pouco a pouco, aquilo que hoje pesa possa encontrar palavra, sentido e novas possibilidades de ser vivido.
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Graduação - Psicologia
UNA - Conclusão em 2025
Olá, me chamo Nicolas. Sou psicólogo por formação, músico e escritor pela vida, e, como todo sujeito, alguém em constante (des)construção. Sou atravessado pela arte, pela diversidade da cultura brasileira e por tudo aquilo que nos inquieta, nos move e nos transforma. Talvez você não tenha chegado até aqui por acaso. Nem sempre esse movimento começa com clareza. Às vezes, ele surge como um cansaço persistente, uma angústia difícil de nomear, ou aquela sensação de estar vivendo no automático, um pouco distante de si. Há experiências que não se resolvem apenas pensando. Elas pedem tempo. Pedem escuta. Pedem um espaço onde possam existir sem pressa e sem julgamento. Eu não encontrei a psicologia como quem encontra respostas, mas como quem decide sustentar perguntas. Perguntas que não se fecham, mas que abrem caminhos. Na formação e na clínica, fui atravessado por histórias que me ensinaram algo fundamental: o sofrimento humano não é algo a ser corrigido rapidamente, mas a ser escutado com delicadeza, responsabilidade e rigor. Foi assim que a psicanálise deixou de ser apenas teoria e se tornou, para mim, uma ética de trabalho. Uma ética que não invade, não antecipa, não simplifica. Que respeita o tempo de cada um. Que sustenta o silêncio quando ele ainda é necessário. E que entende que ninguém cabe em explicações prontas. No meu trabalho, não há alguém que saiba sobre você antes de você mesmo. Há um espaço onde a sua própria fala pode ganhar lugar. Um espaço onde você pode, pouco a pouco, dar lugar ao que sente, sem precisar se defender o tempo inteiro. Onde o que antes parecia confuso pode começar a se organizar. Onde o não dito pode, enfim, encontrar alguma forma. Esse processo não é imediato. Mas é verdadeiro, porque acontece no seu tempo. E, muitas vezes, não vem como uma grande virada, mas como um reconhecimento silencioso. Você começa a se escutar de outro jeito, a se perceber com mais clareza, a se aproximar de si com mais autenticidade. E é nesse ponto que algo se desloca. Sem força. Sem imposição. Aquilo que antes se repetia quase sem escolha pode, aos poucos, deixar de ocupar o mesmo lugar. Se você leu até aqui, talvez já exista um movimento em curso. Pequeno, quase imperceptível, mas real. E é com respeito a esse movimento que o meu trabalho começa. Seja bem-vindo(a). @psi_nicolasbisarria
Meus comentários
5
(1 avaliação)
Bom ouvinte, soube trazer observações coerentes sobre os pontos que eu trouxe.
THIAGO
abril, 06 2026