Healthtech: O que é, para que serve e mercado

health tech holograma

Mais conhecidas como startups que atuam na área da saúde, as empresas de healthtech têm como objetivo central melhorar o sistema, trazendo novas tecnologias para o setor médico. Por isso, é um nicho de mercado que vem chamando cada vez mais a atenção de investidores. 

Nesse sentido, o segmento registrou alta de 118% apenas durante a pandemia de Covid-19. Assim, saltou de 248 empresas em 2018, para 542 em 2020, de acordo com o relatório do Distrito Healthtech Report 2020. E, em 2021, já são 747 healthtechs atuantes. 

Com destaque para as soluções relacionadas à gestão e prontuários eletrônicos (25%). Também se destacam nas áreas de acesso da informação (16,7) e marketplace (12,6).

Continue a leitura e descubra como funciona esse novo mercado! 

O que é uma empresa healthtech?

health tech simulacao

Empresas healthtechs são startups de base tecnológica criadas com objetivo de solucionar problemas do setor da saúde e tudo que se relaciona à ele. 

Com uma área de atuação bem abrangente, atuam na modernização de clínicas e hospitais, gestão de entidades públicas, consultórios médicos inteligentes, tecnologias avançadas para exames, autocuidado, autoatendimentos, entre outros. 

São modelos de negócios com características próprias e produtos que agreguem escalabilidade, facilidade para replicar ideias e ter a inovação como diferencial. 

Entre as tecnologias utilizadas por uma empresa deste tipo estão a inteligência artificial, computação na nuvem, data analytics e soluções mobile. Healthtechs com avaliação de mercado acima de US$ 1 bilhão são chamadas de “unicórnio”.

O que significa healthtech?

Healthtech vem da junção de duas palavras inglesas health (saúde) e tech (tecnologia). 

Esses novos modelos de negócio criam soluções inovadoras para humanizar ainda mais os cuidados médicos proporcionando mais rapidez no atendimento e conforto aos pacientes. 

No Brasil entre as categorias em atuação estão:

  • Acesso à informação: portais e conteúdo educativo, fitness, bem-estar, planos de saúde;
  • AI & Big Data: aI & robótica, big data e analytics;
  • Farmacêutica e diagnóstico: e-commerce, pesquisa farmacêutica, genômica, exames;
  • Gestão e PEP: prontuário eletrônico, gestão hospitalar, gestão clínica, atestados, laudos e prescrições;
  • Medical devices: equipamentos e 3D;
  • Pacientes: engajamento de paciente,terapias digitais e comunicação;
  • Marketplace: marketplaces de oferta própria e de terceiros e clínicas populares;
  • Telemedicina: teleatendimento, telediagnóstico e telemonitoramento;
  • Wearables e IOT: wearables e sensores de saúde. 

Para que serve healthtech?

health tech medicos tv

As healthtechs oferecem otimização dos serviços de saúde pessoal, prevenção e de sistemas de gestão. 

Também podem desenvolver tecnologias voltadas para procedimentos cirúrgicos, protótipos robóticos, entre outros. 

Suas principais atividades são os segmentos da Medicina preventiva, preditiva, proativa e a personalizada 

Tipos de produtos de healthtech

Seguindo essa linha de atividades, o desenvolvimento de produtos também são os mais diversos. Sempre tendo como base a aplicação de conhecimento e habilidades em forma de dispositivos, medicamentos, vacinas, procedimentos ou sistemas. 

Podem ser vacinas; microcâmeras; como as já usadas em cápsula endoscópica; aparelhos para cirurgia virtuais ou robóticas, impressões de órgãos 3D e muito mais.   

Quais são suas áreas de desenvolvimento de healthtech?

health tech medicos telemedicina

Prevenção, gestão, diagnóstico e tratamento estão entre as principais áreas de desenvolvimento de empresas healthtechs. Elas estão contribuindo para uma acelerada transformação do mercado da saúde, atraindo altos investimentos e benefícios.

Prevenção e diagnóstico

Telemedicina já é uma realidade consolidada no Brasil e um dos exemplos de soluções inovadoras, que as healthtechs propiciaram. 

Consultas e avaliações médicas on-line; exames menos invasivos; inteligência artificial para identificar a predisposição para doenças graves, já estão disponíveis no mercado. 

Por meio de um estudo genético é possível saber se a pessoa poderá desenvolver câncer ou não, por exemplo. Soluções de educação sobre a saúde e novas plataformas de serviços geram economia, agilidade e democratização aos serviços de saúde.  

Gestão e eficiência

Estes são dois itens cruciais quando uma empresa investe em aprimoramento de seus serviços. 

A gestão e a eficiência andam lado a lado nos diversos produtos já disponíveis como para gestão de hospitais e de planos de saúde, na liberação de exames e tratamentos, regulação e administração de leitos. 

Tempo é algo crucial para gestores, mas também para pacientes, por isso as healthtechs investem em produtos de automação para as liberações. 

Lembrando que todos os sistemas obedecem às regras governamentais e de contratos com as empresas atendidas, bem como passam por uma rigorosa avaliação tecnológica em saúde.  

Tratamento

Esta é uma das áreas que está em constante desenvolvimento em saúde, em especial em parceria com centros de pesquisa. 

Tratamentos com tecnologia de ponta com sistemas para cirurgia remota, exoesqueletos ou aparelhos que monitorem idosos e doentes à distância já estão no mercado. 

Internet of Things, Big Data, IA, nanotecnologia e robótica estão à disposição dos profissionais da saúde. 

Entre os vários exemplos de sucesso podemos citar a nanotecnologia para tratar câncer ou as nanopartículas magnéticas de sensores de aparelhos de ressonância. 

Quais as vantagens e desvantagens da tecnologia na área da saúde?

O uso de avançadas tecnologias traz muitas vantagens para o aprimoramento dos serviços e da gestão em saúde. Mas ainda temos alguns gargalos a serem vencidos. 

Entre os benefícios destacamos a redução de tempo de atendimento e dos prazos para diagnósticos e exames; procedimentos menos invasivos; aprimoramento de técnicas e instrumental cirúrgicos e a melhoria na gestão de unidades médicas.  

Já entre as desvantagens citamos a limitação de recursos, diversidade cultural, estrutura do sistema de saúde e até mesmo a jovialidade destas empresas, que em muitos casos não chegaram a seis anos de atividades. 

Qual a importância de healthtech para a saúde?

health tech medica oculos

A participação das healthtechs estão se demonstrando imprescindíveis para as empresas que atuam no segmento saúde e buscam inovação. 

Por meio de suas tecnologias elas aumentam o engajamento, melhoram experiências, reduzem custos, tudo de uma forma sustentável. 

São novas ferramentas que implementam e modernizam a gestão, os tratamentos, os atendimento, sempre visando o bem-estar e o apoio ao paciente. 

Inovações que permitiram inclusive que as pessoas pudessem continuar seus tratamentos, mesmo diante da superlotação dos hospitais, em decorrência da epidemia de covid-19.  

Além disso, os serviços das healthtechs contribui para evitar a sobrecarga nas unidades, diminuem as demandas e a superlotação do sistema de saúde, em especial nas unidades que atendem o Serviço Único de Saúde (SUS). 

O contexto internacional de healthtech

A rápida expansão das healthtechs no mundo teve início na virada do século 21 e hoje, muitas delas classificadas como unicórnios surpreendem os investidores pelo robusto capital na bolsa de valores. 

Com capital acima de US$ 1 bilhão já são mais de 30, sendo que mais de 20 se concentram na América do Norte. 

Entre as mais bem avaliadas estão a Samumed, fundada em 2008 (US$ 12 bilhões), a Roivant, criada em 2014 (US$ 7 bilhões) e a WeDoctor com dez anos de mercado e capital de US$ 5,5 bilhões.

Contexto brasileiro de healthtech

Por demanda de soluções ágeis e de baixo custo, as healthtechs estão em alta no mundo e também no Brasil. Um mercado crescente avaliado em mais de US$ 7,2 trilhões, segundo levantamento da Global Healthcare Outllok de 2021. 

Resultado em boa parte impulsionado pela pandemia do coronavírus, que forçou o setor da saúde a buscar inovação para atender a forte demanda. 

Em solo brasileiro a região Sudeste concentra a maior parte de empresas healthtech (60,6%), seguida pelo Sul (28,7%), Nordeste (7,8%) e Centro-Oeste: com 2,9%. 

A principal área de atuação é de gestão e de prontuário eletrônico, com cerca de 25% de empresas. Em seguida estão as que disponibilizam soluções de acesso à informação (17,3%), marketplace (13,7%) e farmacêutica e diagnóstico com 10,5%. 

O mercado de healthtech

health tech medica monitor

Como os números evidenciam, é visível o crescimento de healthtechs nos últimos anos. Tanto que o percentual de investimentos saltou de US$ 7,1 bilhões para US$ 14,6 bilhões ao ano. 

Resultado impulsionado em boa parte pela facilitação que a automação permite avançar em diversas áreas. 

Tecnologias como a robótica e a inteligência artificial já são realidade aplicadas em diversos diagnósticos e tratamentos. Números crescentes ano a ano. 

Em 2015 empresas que trabalham com inteligência artificial faturaram no mundo mais de US$ 800 milhões por ano. Em 2021 esse patamar já ultrapassa a casa dos US$ 6,5 bilhões, de acordo com dados da Frost & Sullivan. 

Mercado brasileiro de healthtech

Como vimos o cenário mundial das healthtechs está muito bem aquecido. Assim também acontece no Brasil, que registra 747 empresas ativas no segmento. Isso porque o Brasil é considerado o maior mercado de saúde na América Latina e o sétimo no mundo.

O Ministério da Saúde aponta que o setor movimenta aproximadamente 9% do Produto Interno Bruto (PIB). 

Em 2020 o mercado de healthtechs recebeu mais de US$ 325 milhões em investimentos, sendo que praticamente 70% do montante foi destinado para startups em etapas de seed e pré-seed, quando estas empresas buscam consumidores que pagam pelos produtos ou serviços. 

A publicação da Medicina S/A aponta que 85% dos hospitais planejam investir em serviços de comunicação e tecnologia. Até 2022 os gastos com saúde no mundo devem ter alta de 5,4%, de acordo com estimativa da Global Health Care Outlook.

Plataformas de healthtech

Totalmente focadas em inovação, as healthtechs estão revolucionando o mercado de plataformas digitais, unindo proteção e expansão de dados. 

A criação de dispositivos visíveis ou vestíveis (wearables) contribuem para monitorar as condições de saúde, consultas remotas e até próteses personalizadas. 

Aplicativos como o digiSUS, por exemplo, podem reduzir em até 40% o retorno hospitalar. 

Por meio de sistemas de interfaces de aplicativos mobile é possível agendar e realizar consultas médicas, check-in, anexar histórico médico, obtenção de laudos e resultados de exames, entre outras. 

Há ainda as plataformas robótica; AI e Big Data, reconhecimento de imagens, fácil e voz; nanotecnologia; realidades virtual e aumentada e o monitoramento de sensores. 

Tendências de healthtech

Levantamento do Conta-Satélite de Saúde Brasil realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revela que as startups de saúde estão entre os principais avanços tecnológicos. Elas atuam nos mais diversos segmentos usando suporte de inovações como:

– IA & Big Data aumentam a eficiência dos processos gestão preditiva;

– Inteligência artificial facilitam o suporte rápido de máquinas e algoritmos para coletar, armazenar ou cruzar dados;

– Reconhecimento de imagens, faces e voz;

– Identificação facial e por voz;

– Monitoramento de sensores;

– Relógios e pulseiras inteligentes;

– Realidade virtual;

– Nanotecnologia;

Robótica;

– Softwares de comunicação;

Telemedicina.

Tecnologias mais financiadas em healthtech

health tech medica apontando holograma

Com uma visibilidade cada vez maior, o segmento de healthtechs tem chamado atenção de empreendedores e de investidores. 

Suas áreas de atuação são as mais diversas possíveis, passando pelo relacionamento com os pacientes, a gestão hospitalar até os dispositivos médicos. Entre as tecnologias mais financiadas estão:

Health apps – 3.5b

Data analytics – 2.5b

Telemedicina – 2.1b

Wearables – 1.9b

Shedug/appoinment booking – 1.7b

Suporte e decisões clínicas – 1.5b

Mobile/wireless – 1.3b

Wellness – 1.1b

Soluções de gerenciamento de prática – 1b

Custos hospitalares

Como os custos hospitalares estão crescendo de forma exorbitante tanto no sistema público como no privado, a redução das despesas é uma necessidade urgente. 

Desta forma, investir em sistemas de inovação e avançadas tecnologias é uma forma de baratear os processos, ganhando em qualidade e otimização. 

Por sua complexidade e regulamentações, um hospital exige maior atenção quanto aos insumos e recursos necessários ao atendimento.  

Automação e uso de softwares de gestão ajudam nesse processo. Uma solução nesse sentido pode ser o Big Data que automatiza a análise de dados, unificando as informações em um só lugar, com mais eficiência e segurança. 

Healthtechs como tendência mundial

Considerado um dos mercados mais promissores no ecossistema de inovação em saúde, o setor de healthtechs é um dos mais promissores. Empresas que oferecem parceria importante, em especial quando se fala em redução de custos e avanços nos cuidados com a saúde. 

A Organização Mundial da Saúde (OMS) aponta que os gastos da saúde superam a marca dos 10% do PIB no mundo. 

No Brasil são 9,2%. E esses gastos devem avançar cerca de 5,4% ao ano até 2022, em especial impulsionado pela pandemia do coronavírus. Investir em recursos digitais é uma necessidade urgente que pode ser suprida pelas inovações criadas pelas healthtechs. 

Estados Unidos, Brasil, México e Chile são os países que mais concentram empresas do tipo. Seus recursos são aplicados em criar tecnologias focadas na melhoria dos processos de gestão, de atendimento e de tratamento em clínicas, hospitais e laboratórios.  

Como as grandes corporações podem aprender com as healthtechs?

health tech discussao

Desenvolvimento de produtos, gestão de data Center e suporte técnico são algumas das áreas que as grandes empresas podem aprender com as healthtechs. 

Ou seja, grandes empresas podem e devem adquirir conhecimento com as pequenas, geralmente responsáveis pela inovação tecnológica e espírito empreendedor.

Elas oferecem tecnologia para acelerar os processos produtivos em escala industrial, com garantia de qualidade e segurança. Para isso, as empresas de grande porte precisam estar abertas às mudanças, com disciplina comercial e financeira. 

Um exemplo de visão de futuro é a Oracle, que nos últimos oito anos investiu mais de R$ 50 bilhões na compra de novas startups para integrar suas operações. 

Respostas rápidas às demandas do mercado

Buscar cooperação tecnológica para crescer e atender as necessidades do mercado é viável a partir da parceria com healthtechs. 

Focadas em desenvolvimento trazem respostas rápidas às demandas de grandes redes hospitalares, por exemplo. 

Nesse caminho estão fomentos na relação com os players de cada segmento, com as healthtechs, universidades e as instituições de pesquisa. 

Além disso, é possível adquirir ou se fundir a healthtechs, permitindo que se crie uma área de inovação permanente na empresa, ou mesmo um hub de inovação. 

Um exemplo disso é o Distrito Inova HC, implantado no Hospital das Clínicas, considerado o maior centro de inovação para healthtechs do Brasil. 

Redução dos custos

Agregar soluções que reduzem os custos operacionais em saúde é um dos focos das healthtechs. Em especial as operadoras de saúde e SUS, que registraram crescimentos nos custos com exames e atendimentos. 

As healthtechs inovam com tecnologias como inteligência artificial, que consegue identificar e reduzir os gargalos, incentivando os beneficiários sobre a importância da prevenção, por exemplo. 

São inovações como softwares inteligentes, telemedicina big data, health apps ou monitoramento por sensores. 

Soluções escaláveis

Desenvolver soluções de forma globalizada e aplicável em várias escalas é o desafio de empresas healthtechs. 

Produtos que impactam de forma positiva na qualidade de vida da população e podem contribuir efetivamente para uma gestão inteligente de recursos. São plataformas escaláveis e baixo custo por meio de aplicativos e sensor wearable, por exemplo. 

Mudança comportamental

A chegada da telemedicina é um exemplo de mudança comportamental na área de saúde. 

O serviço agrega informação médica, atendimento, transmissão de diagnóstico, acompanhamento, tudo de forma integrada, à distância e a um custo relativamente baixo, quando comparado ao sistema presencial. 

O serviço elimina as barreiras geográficas e é oferecido por plataformas e aplicativos com agilidade e segurança. 

Oferecem maior proximidade entre médicos e pacientes, possibilitando diversos serviços, como a plataforma Conexa Saúde oferece. 

Por meio de uma melhor triagem dos atendimentos, por exemplo, é possível desafogar a demanda nos hospitais ou prontos socorros.

Startups healthtech do Brasil

Algumas novas tecnologias introduzidas por healthtechs brasileiras estão revolucionando a forma como vemos os cuidados com a saúde. 

São tecnologias como o software Lab de realidade virtual da Medroon ou o software com inteligência artificial para saúde emocional da Youper. 

Empresas importantes despontam nas mais diversas áreas de saúde no Brasil, como a BIOaps, a Labi, a CM Tecnologia e a Conexa Saúde. 

A empresa foi uma das pioneiras em healthtechs no Brasil a oferecer atendimento humanizado, por meio de soluções tecnológicas. A democratização da saúde de qualidade já atendeu mais de um milhão de pessoas em 2020. 

Hoje, sua plataforma de telemedicina gerencia mais de 18 milhões de pacientes com ajuda de 50 mil profissionais da saúde entre 30 especialidades. 

Motivando maior conexão entre pacientes e profissionais de saúde, a Conexa Saúde é acessível para pacientes, médicos, empresas e instituições de saúde de forma geral.

Conclusão

Neste posto vimos o grau de importância das healthtechs para o setor da saúde e quanto espaço ainda existe para a sua expansão. 

Afinal, quando se fala em potencializar a qualidade do atendimento, oferecendo produtos que agreguem valor e bem-estar aos pacientes, as healthtechs são em disparado a melhor solução. 

Empresas, geralmente de pequeno porte, com no máximo 50 funcionários, que estão realizando uma verdadeira revolução na forma como vemos a saúde pública ou privada. 

A redução de custos e melhor gestão operacional e administrativa das unidades de saúde é outro importante foco de uma healthtech. 

Um bom exemplo disso é a Conexa Saúde, uma das pioneiras em telemedicina no Brasil. Seu crescimento em ascendência demonstra que o mercado é profícuo, com oportunidades de atuação nos mais diversos segmentos. 

Em especial no meio corporativo, onde a empresa criou produtos específicos para levar atendimento médico diferenciado aos colaboradores. Vale  a pena conhecer.

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