A arritmia cardíaca é uma alteração no ritmo dos batimentos do coração, que pode ocorrer de maneira mais rápida (taquicardia), lenta (bradicardia) ou com batimentos anormais.
Algumas pessoas não apresentam sintomas perceptíveis, porém, os sinais desta condição costumam envolver falta de ar, palpitações, cansaço, tonturas e desmaios.
De modo geral, a alteração no ritmo cardíaco não representa um risco grave à saúde; contudo, em todos os casos, ela deve ser investigada, já que pode estar ligada a um problema cardíaco e metabólico.
Leia o nosso artigo e entenda como identificar os primeiros sinais de arritmia cardíaca e quando procurar ajuda médica. Vem com a gente!
Como tratar a arritmia cardíaca?
O tratamento para arritmia cardíaca depende do tipo e da causa dessa alteração no ritmo dos batimentos do coração.
Ao notar qualquer mudança incomum, o monitoramento médico é imprescindível para acompanhar a condição e prevenir eventuais complicações.
Somado a isso, a adoção de um estilo de vida mais saudável com uma alimentação equilibrada, a prática de exercícios físicos, a gestão de estresse e moderação no consumo de álcool e tabaco tendem a ajudar a manter um ritmo cardíaco adequado.
Em muitos casos, a arritmia cardíaca pode estar relacionada a outras condições de saúde, como diabetes, hipertensão e distúrbios da tireoide, que podem alterar os batimentos do coração.
Quando procurar um médico?
Ao notar qualquer mudança no ritmo do coração, que incluem taquicardia, bradicardia ou batimentos irregulares, a busca por ajuda profissional é importantíssima, mesmo que os sinais não sejam frequentes.
Também é essencial procurar ajuda médica ao apresentar sintomas, como tontura, dor no peito, falta de ar e desmaios, principalmente quando surgem de maneira constante e repentina, já que podem indicar problemas cardíacos, que devem ser investigados.
Indivíduos com histórico de apneia do sono, diabetes, hipertensão e problemas cardiovasculares ou com casos da família, devem ficar atentos e, se necessário, contar com acompanhamento médico periódico.
Nos casos de sintomas mais graves, como dor no peito, falta de ar, tontura e perda de consciência, busque atendimento médico urgente.
Arritmia cardíaca tem cura?
A cura da arritmia cardíaca depende do tipo e da causa dessa condição, sendo que, em muitos casos, é possível controlar de maneira efetiva o ritmo do coração com a adoção de hábitos saudáveis e acompanhamento médico.
Contudo, se essa condição estiver relacionada a doenças pré-existentes ou alterações hormonais, ela tende a desaparecer após um tratamento adequado da causa base.
Vale ressaltar que, independentemente das condições, o quadro de arritmia cardíaca deve ser avaliada por um médico, que orientará a abordagem terapêutica mais adequada.
Sintomas de arritmia cardíaca
Os sintomas da arritmia cardíaca podem se manifestar de diversas maneiras, sendo que os mais comuns incluem os seguintes:
- Batimentos irregulares, que podem ser acelerados, lentos ou irregulares;
- Tontura;
- Fraqueza sem motivo aparente;
- Episódios de desmaios;
- Dor no peito;
- Falta de ar;
- Cansaço excessivo mesmo em atividades leves.
Lembrando que, em muitos casos, a arritmia cardíaca pode não apresentar sinais perceptíveis; por isso, é sempre importante realizar check-ups regulares.
O que pode causar arritmia cardíaca?
Existem alguns fatores que podem contribuir para um quadro de arritmia cardíaca, dependendo da condição associadas à saúde do coração e as características individuais. Confira abaixo os principais:
- Falta de sono ou apneia: impedem o descanso correto do coração, contribuindo para alterações nos batimentos cardíacos.
- Consumo de substâncias estimulantes: ingestão excessiva de álcool, cafeína e cigarro, além do consumo de drogas, podem influenciar a atividade elétrica do coração.
- Desequilíbrio de minerais no organismo: oscilações dos níveis de potássio, sódio, cálcio ou magnésio, tendem a prejudicar o funcionamento adequado do coração.
- Condições cardíacas existentes: insuficiência cardíaca, cardiopatias, infarto, miocardite, costumam potencializar as chances de episódios de arritmias.
- Condições hormonais e metabólicas: diabetes, hipertireoidismo e alterações nos níveis de glicemia podem desencadear batimentos irregulares.
- Genética: alguns indivíduos possuem predisposição hereditária para desenvolver arritmias, mesmo sem a existência de outras condições associadas.
- Esforço físico significativo ou desidratação: atividades intensas sem preparação adequada ou falta de líquidos no corpo podem aumentar o risco de episódios de arritmia cardíaca.
É importante esclarecer que em alguns casos, a arritmia pode se manifestar sem motivo aparente, o que requer uma análise médica mais específica.
Tipos de arritmia cardíaca
Há vários tipos de arritmia cardíaca que se manifestam de diferentes formas, sendo que cada um possui características específicas. Confira:
- Taquicardia: marcada por batimentos mais rápidos que o normal, mesmo durante períodos de repouso, podendo surgir diante de esforço físico, estresse e mudanças no sistema elétrico cardíaco.
- Bradicardia: caracterizada pelo ritmo mais lento do coração do que o habitual. Esse tipo de arritmia cardíaca pode sinalizar um mau funcionamento na condução elétrica do coração, principalmente se vier acompanhado de fadiga, cansaço e desmaio.
- Fibrilação atrial: nesses casos as “áreas” do coração batem de maneira desordenada, gerando uma frequência acelerada ou irregular. Esse tipo é um dos mais recorrentes e quando não tratada, pode potencializar o risco de outros problemas cardíacos.
- Extrassístoles: condição no qual os batimentos ocorrem antes do tempo, gerando a sensação de que o coração deu um “solavanco”. Normalmente, esse tipo de arritmia cardíaca não provoca complicações, mas se vier acompanhado de desconforto, as causas devem ser investigadas.
Arritmia cardíaca é grave?
A arritmia cardíaca pode se apresentar em formas e níveis de riscos diferentes, já que ela está relacionada aos mais diversos fatores, como o tipo, tempo de duração e sintomas presentes.
Em muitos casos, a alteração no ritmo do coração tende a ser passageira e não representa grandes riscos à saúde, podendo desaparecer sem intervenção médica.
Contudo, em muitas situações, a arritmia cardíaca pode manifestar-se de forma mais preocupante, envolvendo sintomas como dor no peito, tontura e falta de ar, que sinalizam a necessidade de atendimento médico imediato.
Além disso, há também a possibilidade de quadros mais graves, que desencadeiam queda significativa da pressão, desmaios ou até progredir para situações mais críticas, como parada cardíaca.
Condições mais graves costumam apresentar-se em arritmias cardíacas mais severas, como fibrilação ventricular ou taquicardia ventricular.
Como prevenir arritmia cardíaca?
Para prevenir arritmia cardíaca, há algumas estratégias que podem melhorar a saúde do coração. Confira quais são as principais:
- Dieta balanceada: opte por alimentos saudáveis e frescos, como verduras, legumes, frutas e grãos. Evite proteínas com muita gordura e reduza o consumo de frituras, sal e alimentos industrializados.
- Pratique atividade física regular: os exercícios, como caminhada, corrida, dança, pilares e esportes, são essenciais para manter o ritmo cardíaco estável.
- Cuidados com a saúde mental: pratique técnicas de mindfulness, respiração profunda, yoga e apoio psicológico, para controlar o estresse.
- Evite o excesso de substâncias estimulantes: diminua ou elimine completamente o consumo de cafeína, álcool, cigarro e drogas, pois essas substâncias podem alterar o ritmo cardíaco.
- Mantenha a qualidade do sono: dormir bem é fundamental para a saúde do coração. Insônia ou apneia, quando não tratados, podem inferir na saúde cardíaca.
- Faça check-ups regularmente: mantenha uma rotina de cuidados com o coração, incluindo exames para investigar alterações no colesterol e glicose, o que contribui para a prevenção de arritmias.
Arritmia pode afetar qualquer pessoa?
Sim. A arritmia cardíaca pode afetar pessoas em qualquer faixa etária, incluindo aquelas que não apresentam nenhum tipo de problema de saúde. Mesmo indivíduos saudáveis podem apresentar alterações nos batimentos do coração em algum momento da vida.
No entanto, o risco de episódios de arritmia cardíaca tende a aumentar com o avanço da idade, visto que o envelhecimento e o surgimento de problemas de saúde, podem elevar os riscos de distúrbios no coração.
Além disso, algumas condições podem favorecer o surgimento de arritmia, como já mencionamos ao longo do artigo.
O estilo de vida também exerce grande influência para o desenvolvimento desta condição, como uso de álcool, cigarro e drogas, consumo excessivo de cafeína, falta de sono, excesso de peso e saúde mental comprometida.
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